quinta-feira, 2 de maio de 2013

Como diferenciar um distúrbio de aprendizagem de uma dificuldade escola?

Distúrbio de Aprendizagem define-se como deficiências na esfera da leitura, escrita e matemática, causadas por disfunções neurológicas. Já a DE (dificuldade escolar) se caracteriza por questões originadas pelo meio educacional e familiar. Um indivíduo poderá apresentar dificuldades escolares por ineficiências de métodos, pela inadequação da escola e/ou pela pouca capacitação dos educadores, assim como escassa possibilidade motivacional da família ou dele próprio.

Alguns dos principais motivos para a dificuldade de aprendizagem:

  • Baixa motivação
  • Fatores econômicos
  • Problemas no núcleo familiar
  • Alimentação incorreta em quantidade e/ou qualidade
  • Baixa qualidade do sono
  • Salas superlotadas
  • Professores sobrecarregados, pouco treinados e mal remunerados.
  • Material didático inadequado


Algumas causas do distúrbio de aprendizagem:

  • Lesão Cerebral
  • Alteração no desenvolvimento cerebral
  • Hereditariedade com variáveis genéticas ou biológicas
  • Características de funcionamento do sistema nervoso central
  • Funcionamento dos órgãos sensoriais


Mais informações em:


 


O que se sabe sobre a dislexia?



A dislexia não é uma doença, mas sim uma dificuldade em interpretar símbolos e letras, o que compromete a leitura. Pode ser definida como um sintoma ou também uma síndrome. 


Segundo o Dr. Drauzio Varella: 

"Dislexia é tanto o nome de um sintoma, como o de uma síndrome e, talvez, o  de uma doença. Como sintoma, designa a dificuldade para ler e pode acometer tanto a criança quanto o adulto ou o idoso. Evidentemente, o indivíduo que é cego ou tem miopia não corrigida e não consegue ler, não é disléxico; tem problemas visuais, sensoriais.
Como síndrome, a dislexia faz parte de uma série de situações deficitárias que podem ser decorrentes de lesões adquiridas ou de desenvolvimento, daí a divisão entre dislexias adquiridas e dislexias de desenvolvimento. As adquiridas acompanham lesões encefálicas, como o acidente vascular cerebral (AVC) ou traumas, e o paciente apresenta dificuldade de leitura que pode ser pura, a chamada alexia sem grafia, ou pode ser acompanhada, por exemplo, de quadros afásicos, de dificuldades de linguagem oral. Para fazer o diagnóstico de dislexia adquirida, é fundamental que o indivíduo nessa situação seja letrado, isto é, tenha aprendido a ler e sido alfabetizado.
As síndromes relacionadas às dislexias de desenvolvimento acometem crianças em idade escolar, crianças que estão começando o processo de alfabetização.
Eu mencionei que era um sintoma, uma síndrome e talvez uma doença, porque existem determinadas situações da síndrome disléxica de desenvolvimento que permitiriam pensar ser ela uma entidade com etiologia, fisiopatologia e quadro clínico específicos, como a meningite meningocócica, por exemplo. Essa classificação merece, porém, estudo mais detalhado. Por isso, prefiro dizer que a dislexia pode ser tanto um sintoma quanto uma síndrome."

Não existe cura, a pessoa que nasce disléxica vive com esse distúrbio, mas pode receber um tratamento pra reduzir os efeitos desse transtorno.



Como reduzir os efeitos: 

Algumas dicas para o tratamento do disléxico: 




Uma definição simples sobre o que é a dislexia

A dislexia é caracterizada por uma dificuldade na aprendizagem relacionada a escrita, leitura e soletração. Este transtorno deve ser associado a coordenação motora e a atenção, mas não a inteligência. Portanto a pessoa pode ter dificuldade na leitura e na escrita e mesmo assim ter habilidades intelectuais normais em todos os outros aspectos.

 

Conceito de dislexia 

Definição segundo a wikipédia